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terça-feira, 23 de abril de 2013

    A lua está lá de novo, pondo-se em cima de nós. Uma vez alguém me disse que a lua é a mais democrática exposição de todos os séculos: onde quer que estejamos, na noite, ela sempre aparece. E a noite é realmente o templo da saudade agora: faz-me lembrar do momento em que prometemos que seriamos um do outro para sempre, e claro que mesmo sem você notar, a lua assistia de lá de cima nosso juramento. E ela foi o selo. E nós fomos à correspondência do seu brilho magnifico !*

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