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sábado, 13 de julho de 2013

   Entre nós dois a conversa sempre fluía espontânea. Ele falava um pouco, eu prestava atenção, e depois chegava a minha vez. Nosso diálogo era sempre assim, simples, sem esforço nenhum. Parecia que tínhamos segredos em comum. Quando se descobria um que valesse a pena, ele dava aquela risada — da maneira que só ele sabia dar. Era como a alegria provocada por uma fogueira !*

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